⚠️ Aviso importante
Este não é um site do governo. A Certificado Digital Global é uma Autoridade de Registro credenciada à rede Certisign, marca de Kindness in Business Consulting Ltd (UK Company No. 10386293), com atendimento a partir de Londres. A emissão depende de validação de identidade, documentação e das normas da ICP-Brasil. Não envie CPF, passaporte ou documentos sensíveis por WhatsApp ou formulário inicial.
O que é
A chave digital do CPF é, na verdade, um par: uma chave privada, que fica só com você, e uma chave pública, que vai dentro do e-CPF para qualquer um conferir. Entender essa dupla explica tudo o que parece estranho no…
Para quem
Chave gerada do seu lado, nunca na AR · Emissão pela AC Certisign
Como resolve
Suporte na instalação em PT/EN · Atendimento a partir de Londres
Limite
Não é site do governo. Emissão sujeita a validação de identidade, documentação e normas da ICP-Brasil.
Duas chaves, dois papéis
Chave privada
Gerada no seu computador, celular ou token no momento da emissão. É ela que assina e que prova, ao entrar num sistema, que o certificado é seu. Nunca sai do seu dispositivo e nunca passa pela AR nem pela AC.
Chave pública
Nasce junto com a privada e vai gravada no e-CPF, assinada pela AC. Qualquer pessoa pode vê-la; ela serve para conferir o que a privada assinou. Mostrar a pública não expõe a privada.
Senha ou PIN
Protege o acesso à chave privada. No A1, abre o arquivo; no A3, destrava o token, o cartão ou a nuvem. É escolhida por você e conhecida só por você.
O certificado
É o documento que a AC assina dizendo “esta chave pública pertence a fulano, CPF tal, até esta data”. Sem a chave privada correspondente, ele não assina nada.
Por que ninguém recupera a sua senha
Em serviços comuns, “esqueci a senha” funciona porque o provedor guarda a sua conta e pode trocar a chave da porta. No certificado digital não existe essa porta: a senha protege uma chave que só existe no seu dispositivo, e nem a AR nem a AC têm uma cópia dela. Se a AR pudesse recuperar a sua senha, poderia assinar por você — e a presunção de autoria cairia por terra. A impossibilidade de recuperação é, portanto, uma garantia, não uma falha.
Onde a chave privada mora: A1, A3 em token e A3 em nuvem
Onde fica a chave
Num arquivo .pfx no computador ou celular · Dentro de um chip; não pode ser copiada · Em um HSM do provedor, acessado por app com senha e segundo fator
Cópia de segurança
Possível e recomendada: exporte o .pfx com senha e guarde em dois lugares · Impossível por desenho · Não se aplica; o acesso é pelo app
Risco no exterior
Trocar ou perder o computador sem backup · Perder o token num país onde não há reposição rápida · Perder o celular que tem o app, sem reconfigurar o segundo fator
Validade
1 ano · Até 3 anos · Até 3 anos
O caso de quem não fez backup
Perdeu o aparelho ou desconfia que alguém teve acesso ao arquivo? Pedir revogação e nova emissão
Caso real
Cenário ilustrativo. Um historiador brasileiro em Atenas usava um e-CPF A1 para assinar pareceres para uma universidade no Nordeste. O notebook foi furtado numa viagem de pesquisa; o arquivo do certificado estava só nele, e a senha, apenas na memória dele. Primeira providência: pediu a revogação junto à AC, para que ninguém pudesse tentar usar o arquivo. Segunda: agendou nova validação por vídeo e emitiu outro e-CPF, desta vez guardando uma cópia do .pfx num pen drive e outra num cofre de senhas, ambas protegidas por senha diferente da do e-mail. Os pareceres assinados antes do furto continuaram válidos, porque a revogação só impede assinaturas futuras. — A revogação imediata é o que separa um transtorno de um problema jurídico
Boas práticas de guarda para quem vive fora
- No A1, exporte o .pfx logo após a instalação e guarde duas cópias em lugares diferentes, com senha forte e distinta da senha do e-mail.
- Anote a senha do certificado num gerenciador de senhas, nunca num arquivo de texto ao lado do .pfx.
- No A3 em token, leve-o em viagens como leva o passaporte, e saiba que a reposição exige nova emissão.
- No A3 em nuvem, cadastre o segundo fator num aparelho que não seja o mesmo que você mais arrisca perder, e guarde os códigos de recuperação do app.
- Ao trocar de computador, migre o A1 antes de formatar o antigo; depois, apague o arquivo do aparelho que vai ser vendido ou doado.
- Jamais envie o .pfx e a senha para outra pessoa, mesmo de confiança: a lei atribui a você tudo o que for assinado com eles.
Dúvidas que costumam adiar a emissão
“Se a chave fica comigo, a AR vê minha senha?”
Não. A senha é definida por você no seu aparelho, fora da videoconferência; o agente nunca a solicita.
“Moro longe; se perder o token, fico sem assinar por meses?”
Não. A nova emissão é feita por vídeo, de onde você estiver, após a revogação. Para quem viaja muito, o A3 em nuvem evita a dependência de um objeto físico.
“Meu documento venceu. Dá para emitir mesmo assim?”
Não com documento vencido; passaporte brasileiro válido ou RG resolvem a validação.
“Vale mais do que uma viagem ao Brasil?”
A emissão presencial exigiria passagem e deslocamento; aqui, a partir de €200, você emite, recebe orientação de guarda e volta a assinar no mesmo dia da emissão.
Investimento transparente
Além da validação e da emissão, acompanhamos a geração da chave, a instalação e — no A1 — a criação da cópia de segurança, para que a perda de um aparelho não vire a perda do certificado.
Token físico ou nuvem, A1 ou A3 e o prazo escolhido compõem o preço final; detalhamos tudo pelo WhatsApp antes de você decidir.
Emitir com orientação de guarda